Após um mês e vinte e quatro dias do começo desta saga...
Na segunda-feira, por volta das quatro da tarde, uma assistente da PT contactou-me para me informar que iriam repor em funcionamento o meu telefone da Capinha. Pediu-me uma data e hora em que eu pudesse estar disponível para abrir a porta.
Combinámos para sábado, dia 27 de Fevereiro, por volta das duas da tarde.
Hoje, logo pela manhã, telefonou novamente uma assistente para me dizer o mesmo.
E passada cerca de uma hora, eram 11h03, voltou a telefonar uma assistente diferente para, mais uma vez, me dizer o que disseram as anteriores. Esta assistente que disse chamar-se Sereia, nome bonito que, aliás, condiz com a melodiosa voz da titular, repetiu, mais uma vez, o que as anteriores tinham dito. No próximo sábado por volta das duas da tarde... Confirmado... Confirmado... Confirmado.
Cerca de uma hora depois telefonou um técnico da PT que me perguntava se tinha alguém em casa, pois estavam na zona e podiam ir fazer a reactivação de imediato. Fiquei surpreendido e disse-lhe para me dar cinco minutos para ver se arranjava quem pudesse abrir a porta. E consegui.
Por volta das quatro da tarde liguei o número e tive o prazer de ouvir, após o oitavo toque, a voz do residente permanente que me manda discar o código para ligar o aquecimento da casa. A reposição está feita.
As coisas vão-se, finalmente, compondo...
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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
O ESTRANHO CASO DA INSTALAÇÃO DO MEO - EPISÓDIO N.º 5 - DÁ GOSTO VER JOVENS EMPENHADOS
No episódio anterior, fiquei com a informação de que a PT me iria contactar dentro de 48 horas para dar seguimento ao acidentado processo de recuperação do número de telefone que tinha na minha residência antes da malfadada instalação do MEO.
Porém, a meio da tarde, ligou-me novamente o técnico que fez a falhada tentativa na parte da manhã.
Perguntava se tinha alguém em casa, pois agora já estava em condições de efectuar a reposição do número de telefone a que tinha direito.
Disse-lhe que não sabia se poderia ter alguém disponível e que eu estava longe. E mesmo que eu quisesse lá estar demoraria cerca de 45 minutos a chegar. Ele, contudo, retorquiu que já estava à porta da minha casa e que esperaria o tempo necessário até que chegasse alguém. Evidenciou um tal interesse em resolver o assunto que me deixou impressionado. Por isso pus-me a caminho.
Mal me viu aparecer evidenciou uma tal satisfação misturada com agitação e com um sorriso rasgado que, só por si, justificaram o esforço que fiz para poder estar de volta para lhe abrir a porta.
Precipitado, com o mini notebook debaixo do braço, projectou-se a ligar o aparelho ao router para fazer a configuração. A certa altura fez uma chamada do seu telemóvel e exclamou exuberante:
- Agora já está. Quer ver?
O telefone fixo tocou e ele apanhou-o rapidamente. Carregou numa tecla e ia entregar-mo. Contudo, entre mim e ele ficou a sua mão suspensa, quase colada aos seus olhos incrédulos fixados no motrador do telefone já sem luz que se apagara subitamente. Ligou-o insistentemente. Cada vez que o ligava aparecia a mensagem “Impossível” e desligava-se imediatamente.
- Não, não pode ser. Este telefone está avariado. Exclamou.
Dito isto, precipitou-se para a porta de saída dizendo que ia buscar outro telefone.
Em poucos minutos estava de volta com um novo aparelho que ligou ao router. Digitou o número a partir do seu telemóvel e o telefone tocou. A seguir liguei eu do meu telemóvel e o telefone tocou novamente. A seguir fiz a primeira chamada para fora e já falei normalmente. O anterior número de telefone, 213961471, estava, finalmente de volta.
Quanto ao aparelho do telefone antigo, parece ter sido misteriosamente adormecido, pois aparece, por instantes, a mensagem “Impossível” e desliga-se.
É claro que uma coisa destas só pode ter sido obra das tais misteriosas bruxas.
De tudo isto, sobrou a satisfação que senti ao ver um jovem empenhado e ansioso por resolver um problema.
E agora...
Uma hora depois de ele ter saído, ligou, já para o novo aparelho de telefone, uma assistente da PT que com uma voz simpática se identificou pelo nome e me questionou sobre o meu e disse a seguir que a razão do seu telefonema era apenas para saber por que é que eu tinha pedido o cancelamento do contrato relativo ao telefone n.º 213961471. Reagindo, exclamei umas tantas vezes “não, não não ...” o que a deixou por alguns instantes silenciada.
Acrescentou a seguir que tinha a indicação de que eu tinha ido a uma loja de PT pedir o cancelamento deste contrato e que era política da Companhia saber as razões que levam os clientes a estas atitudes de ruptura.
Disse-lhe que não tinha ido a loja nenhuma nem pedido o cancelamento e acrescentei que um seu colega tinha acabado de concluir o processo de recuperação deste número. De modo algum, pretenderia agora cancelá-lo.
E assim podemos concluir que a PT não parece ser presentemente uma Empresa mas um amontoado de pessoas de boa vontade a laborar atabalhoadamente e sem qualquer coordenação.
Porém, a meio da tarde, ligou-me novamente o técnico que fez a falhada tentativa na parte da manhã.
Perguntava se tinha alguém em casa, pois agora já estava em condições de efectuar a reposição do número de telefone a que tinha direito.
Disse-lhe que não sabia se poderia ter alguém disponível e que eu estava longe. E mesmo que eu quisesse lá estar demoraria cerca de 45 minutos a chegar. Ele, contudo, retorquiu que já estava à porta da minha casa e que esperaria o tempo necessário até que chegasse alguém. Evidenciou um tal interesse em resolver o assunto que me deixou impressionado. Por isso pus-me a caminho.
Mal me viu aparecer evidenciou uma tal satisfação misturada com agitação e com um sorriso rasgado que, só por si, justificaram o esforço que fiz para poder estar de volta para lhe abrir a porta.
Precipitado, com o mini notebook debaixo do braço, projectou-se a ligar o aparelho ao router para fazer a configuração. A certa altura fez uma chamada do seu telemóvel e exclamou exuberante:
- Agora já está. Quer ver?
O telefone fixo tocou e ele apanhou-o rapidamente. Carregou numa tecla e ia entregar-mo. Contudo, entre mim e ele ficou a sua mão suspensa, quase colada aos seus olhos incrédulos fixados no motrador do telefone já sem luz que se apagara subitamente. Ligou-o insistentemente. Cada vez que o ligava aparecia a mensagem “Impossível” e desligava-se imediatamente.
- Não, não pode ser. Este telefone está avariado. Exclamou.
Dito isto, precipitou-se para a porta de saída dizendo que ia buscar outro telefone.
Em poucos minutos estava de volta com um novo aparelho que ligou ao router. Digitou o número a partir do seu telemóvel e o telefone tocou. A seguir liguei eu do meu telemóvel e o telefone tocou novamente. A seguir fiz a primeira chamada para fora e já falei normalmente. O anterior número de telefone, 213961471, estava, finalmente de volta.
Quanto ao aparelho do telefone antigo, parece ter sido misteriosamente adormecido, pois aparece, por instantes, a mensagem “Impossível” e desliga-se.
É claro que uma coisa destas só pode ter sido obra das tais misteriosas bruxas.
De tudo isto, sobrou a satisfação que senti ao ver um jovem empenhado e ansioso por resolver um problema.
E agora...
Uma hora depois de ele ter saído, ligou, já para o novo aparelho de telefone, uma assistente da PT que com uma voz simpática se identificou pelo nome e me questionou sobre o meu e disse a seguir que a razão do seu telefonema era apenas para saber por que é que eu tinha pedido o cancelamento do contrato relativo ao telefone n.º 213961471. Reagindo, exclamei umas tantas vezes “não, não não ...” o que a deixou por alguns instantes silenciada.
Acrescentou a seguir que tinha a indicação de que eu tinha ido a uma loja de PT pedir o cancelamento deste contrato e que era política da Companhia saber as razões que levam os clientes a estas atitudes de ruptura.
Disse-lhe que não tinha ido a loja nenhuma nem pedido o cancelamento e acrescentei que um seu colega tinha acabado de concluir o processo de recuperação deste número. De modo algum, pretenderia agora cancelá-lo.
E assim podemos concluir que a PT não parece ser presentemente uma Empresa mas um amontoado de pessoas de boa vontade a laborar atabalhoadamente e sem qualquer coordenação.
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
O ESTRANHO CASO DA INSTALAÇÃO DO MEO – NOVO E DIVERTIDO EPISÓDIO QUE INDICIA QUE A PT ESTÁ GRAVEMENTE DOENTE.
Como já escrevi em postagens anteriores, estou a observar, desde o passado dia 30 de Dezembro, um estranho caso em que as bruxas, com insondáveis desígnios, estão afectar negativamente a PT a vários níveis.
Foi ontem noticiado que a trapalhada da compra da TVI e do alegado apoio à campanha eleitoral do Eng.º Sócrates, usando a Fundação do Luís Figo, levou à auto-exoneração de um dos administradores da Empresa, lá colocado ao abrigo da influência da “golden share” do Estado.
Mais, foi interessante ver na TV dois dos principais responsáveis pela Companhia a darem a cara por ela, salientando, nomeadamente, o bom serviço que presta aos muitos milhares de clientes, com destaque para o serviço de fibra óptica. Mais ainda, foi muitíssimo interessante e educativo ouvir um deles dizer que, nos mencionados processos, se sentia "encornado". Tudo isto e sobretudo o invocado "encornamento" provam que as bruxas estão a dominar a PT.
Mas a referência ao bom serviço da fibra óptica só pode ter sido ironia.
Na verdade, a minha experiência diz-me que este serviço, designado por MEO, que até poderia ser excelente, é instalado de um modo apressado, negligente e com desprezo pelos interesses dos clientes.
Falo com experiência própria. Já tenho neste blogue duas postagens sobre este caso cuja estranheza se prolonga e adensa.
Com efeito, no seguimento do processo para corrigir a má instalação, telefonou-me ontem, às 11h30, uma simpática assistente da PT informando-me de que hoje, dia 18 de Fevereiro, entre as 9h30 e as 10h00 viria um técnico a minha casa para corrigir o erro da afectação do número de telefone. Noto que os dois números em causa, estão completamente desligados há dias, e que, quando marcados, dão origem à interessante mensagem de que não se encontram atribuídos.
Cheio de esperança, fiquei de plantão com o ouvido encostado à campainha da porta. Mas passou hora e meia e ninguém deu sinal.
Pelas 10h30 chegou o carteiro e com ele uma carta da PT. Esta carta, datada de 12 de Fevereiro, diz textualmente o seguinte:
“No dia 2010-02-15, será realizada a alteração do(s) número(s) da(s) linha(s) telefónica(s), conforme abaixo indicado:
De 275941643 para 213961471. A taxa deste serviço, de 13,47 Euros acrescido de IVA, será incluída numa das próximas facturas.”
Assina Bruno Espírito Santo, Director do Departamento de Apoio a Clientes.”
Em espírito de esperar para ver este assunto resolvido, telefonei ás 10h45 para o n.º 16200-9 da PT, onde fui atendido por um assistente que, após ouvir o meu problema, me fez esperar longamente na linha, acabando por reaparecer e me recomendar que esperasse mais algum tempo pelos técnicos, pois estes tinham de facto agendada a visita e não tardariam a chegar.
Uma hora depois, voltei a repetir a chamada. Eram exactamente 11h40 e fui atendido pelo assistente Carlos Almeida que, após me deixar longamente dependurado na linha para ver o que se passava, voltou para me recomendar que esperasse pelo menos até às 14h00 e que, se os técnicos não viessem, pedisse um novo agendamento que poderia ser para uma hora pós-laboral.
O que dizem a isto?
A PT, que foi uma grande Companhia, está assim...
Sem mais comentários porque tudo isto só pode ser obra das bruxas.
E às 14h00 ninguém da PT tinha aparecido. Isto deixa-nos a ideia de que a PT continua a brincar ao Carnaval com os clientes!!!
Às 16h08, telefonou novamente uma assistente da PT (16200-Vanessa Costa-Departamento de Agendamentos) a dizer que afinal os senhores técnicos da PT irão àmanhã, da parte da manhã, entre as 9h30 e as 13h00.... para .... Não houve uma palavra de justificação ou desculpas!!!
É assim!!! Tudo isto só pode ser resultado de uma PT embruxada. A verdadeira PT agiria de um modo diferente.
Foi ontem noticiado que a trapalhada da compra da TVI e do alegado apoio à campanha eleitoral do Eng.º Sócrates, usando a Fundação do Luís Figo, levou à auto-exoneração de um dos administradores da Empresa, lá colocado ao abrigo da influência da “golden share” do Estado.
Mais, foi interessante ver na TV dois dos principais responsáveis pela Companhia a darem a cara por ela, salientando, nomeadamente, o bom serviço que presta aos muitos milhares de clientes, com destaque para o serviço de fibra óptica. Mais ainda, foi muitíssimo interessante e educativo ouvir um deles dizer que, nos mencionados processos, se sentia "encornado". Tudo isto e sobretudo o invocado "encornamento" provam que as bruxas estão a dominar a PT.
Mas a referência ao bom serviço da fibra óptica só pode ter sido ironia.
Na verdade, a minha experiência diz-me que este serviço, designado por MEO, que até poderia ser excelente, é instalado de um modo apressado, negligente e com desprezo pelos interesses dos clientes.
Falo com experiência própria. Já tenho neste blogue duas postagens sobre este caso cuja estranheza se prolonga e adensa.
Com efeito, no seguimento do processo para corrigir a má instalação, telefonou-me ontem, às 11h30, uma simpática assistente da PT informando-me de que hoje, dia 18 de Fevereiro, entre as 9h30 e as 10h00 viria um técnico a minha casa para corrigir o erro da afectação do número de telefone. Noto que os dois números em causa, estão completamente desligados há dias, e que, quando marcados, dão origem à interessante mensagem de que não se encontram atribuídos.
Cheio de esperança, fiquei de plantão com o ouvido encostado à campainha da porta. Mas passou hora e meia e ninguém deu sinal.
Pelas 10h30 chegou o carteiro e com ele uma carta da PT. Esta carta, datada de 12 de Fevereiro, diz textualmente o seguinte:
“No dia 2010-02-15, será realizada a alteração do(s) número(s) da(s) linha(s) telefónica(s), conforme abaixo indicado:
De 275941643 para 213961471. A taxa deste serviço, de 13,47 Euros acrescido de IVA, será incluída numa das próximas facturas.”
Assina Bruno Espírito Santo, Director do Departamento de Apoio a Clientes.”
Em espírito de esperar para ver este assunto resolvido, telefonei ás 10h45 para o n.º 16200-9 da PT, onde fui atendido por um assistente que, após ouvir o meu problema, me fez esperar longamente na linha, acabando por reaparecer e me recomendar que esperasse mais algum tempo pelos técnicos, pois estes tinham de facto agendada a visita e não tardariam a chegar.
Uma hora depois, voltei a repetir a chamada. Eram exactamente 11h40 e fui atendido pelo assistente Carlos Almeida que, após me deixar longamente dependurado na linha para ver o que se passava, voltou para me recomendar que esperasse pelo menos até às 14h00 e que, se os técnicos não viessem, pedisse um novo agendamento que poderia ser para uma hora pós-laboral.
O que dizem a isto?
A PT, que foi uma grande Companhia, está assim...
Sem mais comentários porque tudo isto só pode ser obra das bruxas.
E às 14h00 ninguém da PT tinha aparecido. Isto deixa-nos a ideia de que a PT continua a brincar ao Carnaval com os clientes!!!
Às 16h08, telefonou novamente uma assistente da PT (16200-Vanessa Costa-Departamento de Agendamentos) a dizer que afinal os senhores técnicos da PT irão àmanhã, da parte da manhã, entre as 9h30 e as 13h00.... para .... Não houve uma palavra de justificação ou desculpas!!!
É assim!!! Tudo isto só pode ser resultado de uma PT embruxada. A verdadeira PT agiria de um modo diferente.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
O ESTRANHO CASO DA INSTALAÇÃO DO MEO
Num post anterior descrevi as situações anormais ocorridas com a instalação do MEO na minha casa, que me levaram a concluir que elas, as bruxas, existem.
Hoje quero demonstrar que não só existem como são muito poderosas e influentes no dia a dia da PT.
Não vou aqui falar da história que o semanário Sol relatou, na edição do passado dia 5 de Fevereiro, aliás numa linguagem aparentemente silogística, sobre o caso da utilização da PT para dominar a rebeldia da TVI. Esse é um assunto demasiado importante que merece ser discutido noutros fóruns.
Aqui vou falar apenas de uma coisa banalíssima que é a relação de uma empresa com um cliente.
É que já passou mais de um mês sobre a trapalhada da instalação do MEO na minha casa, em 30 de Dezembro, em que me baralharam os números de telefone. De dois que tinha passei a poder utilizar apenas um. No entanto, por força das bruxas, a factura veio com a conta de três: um 21.... de Lisboa, um 275...... (Fundão) e um 275 .... (Lisboa).
Desde o dia da instalação, eu próprio, amigos e familiares, fizemos inúmeras reclamações pelos canais da PT acessíveis para o efeito. Mandei uma carta registada com aviso de recepção para a Direcção de Clientes. Usei o email para reclamar. Ouvi respostas como “agora não posso dar informações porque o sistema está em baixo”, “deve ter feito algum desvio de linha” “não sabemos o que se terá passado”.
Durante mais de uma mês não mereci da PT uma palavra sequer ou um simples sinal de que tencionavam resolver o meu problema.
Só anteontem, dia 9 de Fevereiro, é que apareceu um funcionário da Companhia que concluiu que o número de telefone 21.... estava na rede cobre que chegava ao prédio onde habito. Só que, coitada, deixou de ter força para ultrapassar a porta de entrada. E porque que linha estava viva, quando a chamavam ela dava sinal disso e encaminhava o telefonema para a caixa de voicemail.
Do meu número 275... no Fundão, nem rastos. No entanto este número, em Lisboa, está a ligar-me ao exterior.
A vinda do Senhor da PT teve um efeito imediato. As bruxas deviam estar à espreita e arranjaram a maneira de baralhar ainda mais o assunto. E agora quando se liga o meu número 21.... a resposta da operadora da PT é que “Este número não se encontra atribuído.” No entanto a factura traz 15,192 euros pelo aluguer da linha respectiva no mês de Janeiro.
Pressionam-nos para se aderir ao MEO e depois chegam dois senhores apressados que instalam o sistema deixando a box no sítio que mais lhes convém e menos trabalho lhes pode dar e os números de telefone baralhados. No meu caso, deixaram-na na cozinha, alegando que não é sua função fazer furos nas paredes ou pesquisar nos tubos por andam enfiadas as antenas.
As coisas não andam bem na PT. De facto, não compreendo como é que, no período de um mês e nove dias, não houve uma palavra de atenção para um cliente de há mais de 40 anos, que, em todo esse período, nunca faltou ao pagamento de uma factura.
Isto é uma falta de respeito e, mais do que isso, é uma humilhação. Admito que só pode ser obra das bruxas, pois a PT não seria capaz de um desrespeito desses.
Hoje quero demonstrar que não só existem como são muito poderosas e influentes no dia a dia da PT.
Não vou aqui falar da história que o semanário Sol relatou, na edição do passado dia 5 de Fevereiro, aliás numa linguagem aparentemente silogística, sobre o caso da utilização da PT para dominar a rebeldia da TVI. Esse é um assunto demasiado importante que merece ser discutido noutros fóruns.
Aqui vou falar apenas de uma coisa banalíssima que é a relação de uma empresa com um cliente.
É que já passou mais de um mês sobre a trapalhada da instalação do MEO na minha casa, em 30 de Dezembro, em que me baralharam os números de telefone. De dois que tinha passei a poder utilizar apenas um. No entanto, por força das bruxas, a factura veio com a conta de três: um 21.... de Lisboa, um 275...... (Fundão) e um 275 .... (Lisboa).
Desde o dia da instalação, eu próprio, amigos e familiares, fizemos inúmeras reclamações pelos canais da PT acessíveis para o efeito. Mandei uma carta registada com aviso de recepção para a Direcção de Clientes. Usei o email para reclamar. Ouvi respostas como “agora não posso dar informações porque o sistema está em baixo”, “deve ter feito algum desvio de linha” “não sabemos o que se terá passado”.
Durante mais de uma mês não mereci da PT uma palavra sequer ou um simples sinal de que tencionavam resolver o meu problema.
Só anteontem, dia 9 de Fevereiro, é que apareceu um funcionário da Companhia que concluiu que o número de telefone 21.... estava na rede cobre que chegava ao prédio onde habito. Só que, coitada, deixou de ter força para ultrapassar a porta de entrada. E porque que linha estava viva, quando a chamavam ela dava sinal disso e encaminhava o telefonema para a caixa de voicemail.
Do meu número 275... no Fundão, nem rastos. No entanto este número, em Lisboa, está a ligar-me ao exterior.
A vinda do Senhor da PT teve um efeito imediato. As bruxas deviam estar à espreita e arranjaram a maneira de baralhar ainda mais o assunto. E agora quando se liga o meu número 21.... a resposta da operadora da PT é que “Este número não se encontra atribuído.” No entanto a factura traz 15,192 euros pelo aluguer da linha respectiva no mês de Janeiro.
Pressionam-nos para se aderir ao MEO e depois chegam dois senhores apressados que instalam o sistema deixando a box no sítio que mais lhes convém e menos trabalho lhes pode dar e os números de telefone baralhados. No meu caso, deixaram-na na cozinha, alegando que não é sua função fazer furos nas paredes ou pesquisar nos tubos por andam enfiadas as antenas.
As coisas não andam bem na PT. De facto, não compreendo como é que, no período de um mês e nove dias, não houve uma palavra de atenção para um cliente de há mais de 40 anos, que, em todo esse período, nunca faltou ao pagamento de uma factura.
Isto é uma falta de respeito e, mais do que isso, é uma humilhação. Admito que só pode ser obra das bruxas, pois a PT não seria capaz de um desrespeito desses.
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